Resenha: Cinder (contém Spoiler)
Você já ouvir falar da história da Cinderela né? E se eu te disser que existe um livro baseado nesse contos de fadas, mas, ao invés de magia, temos um mundo futurista e com muita adrenalina.
Cinder vive num futuro caótico, mora com uma madrasta que claramente não gosta dela e trabalha feito uma condenada. Até aí, padrão.
O detalhe? Ela é uma ciborgue, e isso faz todo mundo tratar ela com desprezo.
Ela conserta tudo, resolve tudo, sustenta a casa… e ainda assim é a primeira a ser descartada.
Enquanto isso, o mundo tá lidando com uma praga mortal e ninguém sabe o que fazer.
Além do jogo de poder que entretém qualquer um.
E entre os personagens que gostamos nesse livro, temos o príncipe Kai.
Um gostoso simpático, sobrecarregado e claramente perdido.
Tem clima? Tem. Mas não é aquele romance meloso, é mais tensão e curiosidade, que te faz querer mais.
Só que Cinder não tem tempo pra sonhar, porque ela tá ocupada demais tentando sobreviver.
Conforme a história anda, fica óbvio que Cinder não é só uma garota azarada.
Tem segredos, coisas mal explicadas e um passado que começa a se encaixar de um jeito suspeito.
E cada revelação só piora a situação dela.
O livro é rápido, fácil, gostoso de ler e te prende sem esforço.
Marissa Meyer não enrola e sabe exatamente onde quer chegar.
A história fala muito sobre exclusão, identidade e quem decide o valor de alguém.
Quando você termina, a sensação é: E AGORA??
Não tem final confortável, nem resolução completa.
É claramente aquele livro feito pra te deixar indignada e já pegando o próximo.
Cinder é uma história futurista bem servida: começa simples, fica tensa e termina te devendo respostas.

Anotado/ vou ter muito livro