Resenha: Scarlett (tem spoiler)
Começa já sem paciência pra introdução.
A Scarlett acorda e a avó simplesmente sumiu. Do nada. E ninguém parece tão preocupado quanto deveria.
Então ela faz o que qualquer pessoa teimosa faria: decide resolver sozinha.
Scarlett é impulsiva, intensa e age primeiro, pensa depois.
Enquanto todo mundo diz pra ela “esperar”, ela vai lá e mete o pé na porta.
E é aí que entra o Wolf misterioso, cheio de segredos e com cara de problema desde a primeira página.
Ela sabe que não devia confiar nele. Confia mesmo assim.
Enquanto isso, a Cinder continua lá, na luta.
As histórias vão se cruzando aos poucos, mas Scarlet deixa claro que não é mais só sobre sobrevivência.
Agora tem política, rebelião e gente poderosa fazendo coisa errada.
O livro fica mais tenso, mais sombrio e bem mais emocional que Cinder.
Scarlett não tem o sarcasmo da Cinder, ela tem raiva.
Ela ama a avó de um jeito desesperado, e isso move tudo que ela faz.
Marissa Meyer aumenta o nível do perigo sem perder o ritmo.
Tem traição, revelação e personagens que você não sabe se odeia ou entende.
E o mundo lunar começa a parecer muito mais ameaçador.
Quando você acha que já entendeu o jogo, o livro vira a mesa.
Nada é simples, ninguém é totalmente confiável e todo mundo tem algo a perder.
Scarlet é aquela história que começa como drama familiar e termina como conspiração internacional.
Você fecha o livro com o coração acelerado e pensando: ok, agora ficou sério de verdade.

Parece muito bom, vou adicionar na lista de leitura.